domingo, 18 de setembro de 2016

Pronomes

Pronomes são palavras que substituem ou determinam os substantivos. Existem vários tipos de pronomes: pronomes pessoais, pronomes possessivos, pronomes demonstrativos, pronomes interrogativos, pronomes relativos e pronomes indefinidos. Além desta classificação principal, os pronomes também podem ser classificados em pronomes adjetivos e pronomes substantivos.

Pronomes pessoais

Os pronomes pessoais subdividem-se em pronomes pessoais do caso reto, pronomes pessoais oblíquos e pronomes pessoais de tratamento.
Pronomes pessoais do caso reto são aqueles que substituem os substantivos e indicam as pessoas do discurso, assumindo maioritariamente a função de sujeito da oração.
  • Eu fui ao cinema.
  • Ele gosta de futebol.
Exemplos de pronomes pessoais do caso reto: eu, tu, ele, ela, nós, vós, eles, elas.
Pronomes pessoais oblíquos podem ser tônicos ou átonos. Quando tônicos, são sempre precedidos de uma preposição e substituem um substantivo que tem função de objeto indireto. Quando átonos, não são precedidos de uma preposição e podem substituir um substantivo que tem função de objeto direto ou de objeto indireto.
  • Pedro gosto de mim.
  • Eu encontrei-o na praia.
Exemplos de pronomes pessoais oblíquos tônicos: mim, comigo, ti, contigo, ele, ela, nós, conosco, vós, convosco, eles, elas.
Exemplos de pronomes pessoais oblíquos átonos: me, te, o, a, lhe, nos, vos, os, as, lhes.
Pronomes de tratamento são formas mais corteses e reverentes de nos dirigirmos à pessoa com quem estamos falando ou de quem estamos falando.
  • Vossa Excelência estará presente na cerimônia de abertura?
  • Sua Eminência estará presente no conclave?
Exemplos de pronomes de tratamento: você, senhor, senhora, senhorita, Vossa Senhoria, Vossa Excelência, Vossa Eminência, Vossa Santidade, Vossa Reverendíssima, Vossa Alteza, Vossa Majestade, Vossa Magnificência, Vossa Paternidade, Vossa Majestade Imperial, Vossa Onipotência

Pronomes possessivos

Pronomes possessivos transmitem, principalmente, uma relação de posse, ou seja, indicam que alguma coisa pertence a uma das pessoas do discurso.
  • Não sei onde pus minhas chaves.
  • Você pode me emprestar sua caneta, por favor?
Exemplos de pronomes possessivos: meu, minha, meus, minhas, teu, tua, teus, tuas, seu, sua, seus, suas, nosso, nossa, nossos, nossas, vosso, vossa, vossos, vossas, seu, sua, seus, suas.

Pronomes demonstrativos

Pronomes demonstrativos situam alguém ou alguma coisa no tempo, no espaço e no discurso, em relação às próprias pessoas do discurso: quem fala, com quem se fala, de quem se fala. Estes pronomes contraem-se com as preposições a, em e de.
  • De quem é aquela mochila?
  • Veja esta reportagem.
Exemplos de pronomes demonstrativos: este, esta, estes, estas, isto, esse, essa, esses, essas, isso, aquele, aquela, aqueles, aquelas, aquilo.

Exemplos de outras palavras que atuam como pronomes demonstrativos: o, a, os, as, mesmo, mesma, mesmos, mesmas, próprio, própria, próprios, próprias, tal, tais, semelhante, semelhantes.

Pronomes interrogativos

Pronomes interrogativos referem-se sempre à 3.ª pessoa gramatical e são utilizados para interrogar, ou seja, para formular perguntas de modo direto ou indireto.
  • Quem chegou?
  • Diga-me, por favor, que horas são.
Exemplos de pronomes interrogativos: que, quem, qual, quais, quanto, quanta, quantos, quantas.

Pronomes relativos

Pronomes relativos relacionam-se sempre com o termo da oração que está antecedente ao mesmo, servindo de elo de subordinação das orações que iniciam.
  • Eu comprei o vestido azul que estava na vitrine.
  • A casa onde cresci era enorme.
Exemplos de pronomes relativos: que, quem, onde, o qual, a qual, os quais, as quais, cujo, cuja, cujos, cujas, quanto, quanta, quantos, quantas.

Pronomes indefinidos

Pronomes indefinidos se referem sempre à 3.ª pessoa gramatical, indicando que algo ou alguém é considerado de forma indeterminada e imprecisa.
  • Foi apresentada alguma justificativa para o atraso na entrega da mercadoria?
  • Ninguém se quer responsabilizar por esta tarefa.
Exemplos de pronomes indefinidos: alguém, ninguém, outrem, tudo, nada, cada, algo, algum, algumas, nenhuns, nenhuma, todo, todos, outra, outras, muito, muita, pouco, poucos, certo, certa, vários, várias, tanto, tantos, quanta, quantas, qualquer, quaisquer, bastante, bastantes.

Pronomes adjetivos

Pronomes adjetivos acompanham os substantivos, como se fossem adjetivos, determinando e modificando o substantivo.
  • Minha irmã é bióloga.
  • Aqueles alunos são indisciplinados. Fonte: http://www.normaculta.com.br/tipos-de-pronomes/

Conjunções Coordenadas


A conjunção é a palavra que liga duas orações ou termos de mesma função na oração. Quando a conjunção exerce seu papel de ligar as orações, estabelece entre elas uma relação de coordenação ou subordinação.

As orações coordenadas são independentes entre si, ou seja, possuem significado singular, mesmo que ligadas pela conjunção. Veja o exemplo:

A lua surgiu e as estrelas inundaram o céu de luz.


As duas orações estão ligadas pela conjunção e e não têm relação de dependência entre si. Então, a primeira oração (A lua surgiu) tem sentido completo e independe da segunda (As estrelas inundaram o céu de luz) para tê-lo; e assim também é a segunda em relação à primeira.
Duas ou mais orações que
mantêm independência entre si chamam-se coordenadas
, e consequentemente, a conjunção que liga tais orações é denominada conjunção coordenativa.
A conjunção coordenativa também ocorre quando duas palavras são ligadas na mesma oração. Veja o exemplo:

Ele venderá brinquedos ou revistas.

Observe que a conjunção ou está ligando duas palavras: brinquedos e revistas, as quais exercem o mesmo papel de objeto direto na oração.

Podemos classificar as conjunções coordenativas em:

aditivas - exprimem ideia de adição, soma: e, não só, mas também, nem (= e não) etc.;
Exemplos: Fui à escola e joguei bola.
Não fui à escola nem joguei bola.

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adversativas – exprimem ideia de contraste, oposição: mas, porém, contudo, no entanto, entretanto, etc.;
Exemplos: Fui à escola, porém não levei meu caderno.
Fui à escola, no entanto, não prestei atenção nas explicações.

Resultado de imagem para coordenada adversativa

alternativas – exprimem ideia de alternância ou exclusão: ou, ou...ou, ora...ora, etc.;
Exemplos: Ou estudo para a prova, ou tiro nota baixa.
Ora como fastfood, ora me alimento bem.

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conclusivas exprimem ideia de conclusão: pois, logo, portanto, por isso, etc.;
Exemplos: Pratiquei exercícios físicos, por isso me senti muito melhor.
Aquele medicamento é tarja preta, logo, deve ser vendido somente com receita.

explicativas – exprimem ideia de explicação: porque, que, etc..
Exemplos: Ele deve ter saído da escola, pois não veio mais.
Não quero mais comer, porque estou satisfeito.
Fonte: Brasil Escola adaptado.

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

PROPOSTAS DE PRODUÇÃO TEXTUAL

PROPOSTA 1

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema:

Fomos dominados pelas máquinas que inventamos?

Não se esqueça de apresentar uma proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos em defesa de seu ponto de vista.

TEXTO 1

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Fonte: Google Imagens.

Já não conseguimos viver sem celular, notebook, tablet, internet e outros poderosos recursos tecnológicos. Queiramos ou não, eles transformaram o mundo durante o século 20 e ingressaram no século 21 com uma velocidade espantosa. Muita gente se adapta rapidamente às novidades e nem lembra como era a vida sem elas. Para outros, porém, ocorre uma dúvida: nossa existência seria melhor ou pior sem tudo isso? Seríamos diferentes? Há quem odeie e quem ame irrestritamente essas máquinas. Qual é nossa relação com os avanços da tecnologia?
Fonte: Folha Uol.

TEXTO 2

Os sábios e a cultura 
"Com o aparecimento da escrita, alguns sábios temeram que o conhecimento, que antes estava vivo na cabeça, viria a morrer, esquecido nas páginas de um livro. Com a expansão dos meios de comunicação e a consequente chuva de informações, alguns sábios temeram que o conhecimento (...) viria a degenerar-se em papel de embrulhar peixe e ondas espalhadas no espaço. Com a explosão da internet (...), e a extrema facilidade de encontrar uma informação, alguns sábios temem que tudo acabe em desinteresse. 
Luiz Zico Rocha Soares, ("Internet, um mundo paralelo". Melhoramentos, 2007, p.23)

TEXTO 3

Dependente do celular? Cuidado! Até recentemente falava-se que a quase obsessão de se ter um celular - e se ter um modelo de celular cada vez mais moderno - era a ostentação dele como símbolo de status pessoal. Agora, é isso e algo mais. E pior. É só darmos uma volta pelas ruas das cidades e observarmos a enorme quantidade de pessoas que se vê, a todo instante, com o telefone celular grudado na orelha. O que tanto essa gente tem para falar? Pesquisas já mostram que grande parte da utilização do celular é desnecessária e configura uma espécie de dependência. Uma revista de circulação nacional inclusive já perguntou, baseado em estatísticas: o celular é o novo cigarro? Outro aspecto, esse ainda mais preocupante é que usar celular em demasia pode causar câncer no cérebro, além dessa dependência propriamente dita. É o que afirma o Instituto do Câncer da Universidade de Pittsburgh, em estudo publicado pela revista “Scientific American”. Assinado por 30 especialistas, ele traz, entre outras recomendações, que se deve manter o celular longe do corpo quando guardado e usar o viva-voz sempre que possível. Sobre a dependência do aparelho, já existem institutos que tratam adolescentes da dependência do celular. Por isso tudo, faça uso dele da mesma forma que a propaganda fala da bebida alcoólica: com moderação.Retirado de http://www.gazetadelimeira.com.br/Noticia.asp?ID=8312
Proposta de redação adaptada da fonte original Colégio Planeta.

PROPOSTA 2

A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema: Democratização Da Informação no Brasil: Existe, de fato, liberdade de informação? Apresente proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. 

Texto 1
O mito do progresso 

Fonte: Google imagens.

Costumamos pensar que os meios de comunicação são essenciais à democracia, mas, atualmente eles geram problemas ao próprio sistema democrático, pois não funcionam de maneira satisfatória para os cidadãos. Isso porque, por um lado, se põem a serviço dos interesses de grupos que os controlam e, por outro, as transformações estruturais do jornalismo – tais como a chegada da internet e aceleração geral da informação – fazem que com os meios sejam cada vez menos fiáveis ou menos úteis à cidadania.(...) Os meios de comunicação, a imprensa escrita, o rádio, a televisão – refiro-me somente à informação, não ao entretenimento – todos esses segmentos estão vivendo uma grave crise com o advento da internet, com a multiplicação da informação individualizada, com o surgimento das atualizações em tempo real e de jornais online totalmente autônomos (...) (p. 53).
Nossa sociedade está funcionando de acordo com os parâmetros da mídia. Ao apostarmos numa democracia representativa, o principal poder é a opinião pública. É por isso que os agentes que operam na formação dessa opinião se tornaram o poder central de nossas democracias. Os meios de comunicação nasceram para garantir o acesso dos cidadãos às informações sobre acontecimentos, às propostas dos políticos, às ações de nossos governantes, às opiniões da oposição e dos movimentos sociais. A hipertrofia do modelo midiático, porém, transformou-se em interceptadores da informação, mais do quem em transmissores. (...) (p. 78 e 79). Fonte: Livro “Mídia, Poder e Contrapoder”. Autores: Moraes, Ramonet e Serrano.

Texto 2


O padrão de consumo de bens duráveis do brasileiros segue o ritmo das mudanças tecnológicas. De acordo com os dados do Censo 2010 divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IGBE), o número de domicílios que possuem televisões e geladeiras superou aqueles que possuem rádio. Há 10 anos, o rádio era os aparelho doméstico mais presente nas casas dos brasileiros. (...) Segundo o IBGE, em 2000, 87,9% dos domicílios tinham um aparelho de rádio em casa, contra 87,2% de televisores e 83,4% de geladeiras. Já pelo Censo de 2010, os aparelhos de TV estão presentes em 95,1% das residências, as geladeiras subiram para 93,7% e os rádios caíram para 81,4%. (...). fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2012-04-27/ibge-pela-1-vez-domicilios-brasileiros-tem-maistv-e-geladeira-d.html - iG São Paulo | 27/04/2012 10:00:55, acesso em 16/05/16 


Texto 3


O Ministério Público Federal, por meio de suas sedes estaduais, promete desencadear ações contra 32 deputados federais e oito senadores que aparecem nos registros oficiais como sócios de emissoras de rádio ou TV pelo país. Entre os alvos da iniciativa inédita -lançada com aval do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e coautoria do Coletivo Intervozes-, estão alguns dos mais influentes políticos do país, como os senadores Aécio Neves (MG), presidente do PSDB, Edison Lobão (PMDB-MA), José Agripino Maia (DEMRN), Fernando Collor de Mello (PTB-AL), Jader Barbalho (PMDB-PA) e Tasso Jereissati (PSDB-CE). (...) No Ministério das Comunicações, todos eles constam como sócios de emissoras. Baseado em dispositivo da Constituição que proíbe congressista de “firmar ou manter contrato com empresa concessionária de serviço público” (Art. 54), a Procuradoria pedirá suspensão das concessões e condenação que obrigue a União a licitar novamente o serviço e se abster de dar novas outorgas aos citados. fonte: http://www.pragmatismopolitico.com.br/2015/11/politicos-que-sao-donos-de-tv-e-radio-estao-namira-do-mpf.html, acesso em 16/05/16 

Texto 4

O acesso à internet em domicílios chegou a 85,6 milhões de brasileiros, o equivalente a 49,4% da população, segundo indica pesquisa divulgada pelo IBGE. Os dados são referentes a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2013. A pesquisa considerou o acesso de pessoas acima de 10 anos de idade que utilizaram a internet pelo menos uma vez em um período de 90 dias anteriores à realização das entrevistas. fonte: http://www.ebc.com.br/tecnologia/2015/04/acesso-internet-chega-494-da-populacao-brasileira - Criado em 29/04/15 10h00 e atualizado em 29/04/15 10h37. Acesso em 16/05/16. 


Texto 5

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988 Art. 220. A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.(...) 2º É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística. (...) 5º Os meios de comunicação social não podem, direta ou indiretamente, ser objeto de monopólio ou oligopólio. (...) fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/ConstituicaoCompilado.htm, acesso em 16/5/16 

ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DA REDAÇÃO: 
Receberá nota zero, em qualquer das situações expressas a seguir, a redação que: 
- Tiver até 7 (sete) linhas escritas, sendo considerada “insuficiente”;
- A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo;
- Apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos. 
*Projeto Redação (Fonte da proposta - adaptada).

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Redação Enem


TÍTULO

Dever ser centralizado, só a 1ª inicial maiúscula. Nele, não pode haver ponto final, entretanto, outros pontos podem ser utilizados. Se fizer uma interrogação, a resposta deve estar, obrigatoriamente, ao longo da redação. 

As aspas no título devem ser colocadas em apenas um dos termos, pois ele já está em evidência. 

Lembre-se ainda que uma palavra usada no título não deve ser repetida na 1ª linha da introdução. 

A criatividade também deve ser levada em consideração, pois um título sem criatividade ocorre uma perda de ponto de argumentação (-1 ponto). 

O que é um título não criativo? é aquele que copia o tema, por exemplo. Não existe tema-título há muitos anos no vestibular. Além disso, títulos banais, simplórios demais também perdem ponto de argumentação. Uma dica é você transformar o argumento principal no seu título, assim você não perderá ponto de argumentação neste quesito.


INTRODUÇÃO

É a entrada da redação, e obrigatoriamente, apresenta-se o tema com a tese do candidato. Essa seria a crítica principal que o vestibulando vai seguir durante toda a redação. Tudo o que for dito na introdução deve ser provado no desenvolvimento e solucionado na conclusão. Se fizer uma pergunta, por exemplo, ele deve ser respondida ao londo do texto.
DESENVOLVIMENTO

É bom salientar que um texto argumentativo tem no mínimo 3 parágrafos. Embora uma redação padrão de vestibular, 4 parágrafos são ideais. Dessa forma, um bom desenvolvimento compõe-se em 2 parágrafos.
Para cada parágrafo, o ideal é ter no mínimo 4 linhas e no máximo 6 linhas. Isso não é regra, mas uma orientação. Dentro dos parágrafos de desenvolvimento, deve-se provar o problema encontrado sobre o tema que foi apresentado na introdução, assim como também sustentar a crítica realizada no primeiro parágrafo. Essa comprovação é feita por meio de exemplos ou de argumentos de autoridade (citação ou paráfrase).
Lembre-se sempre de que uma citação deve ter em média duas linhas e não compor o parágrafo inteiro. O importante não é citar, parafrasear ou expor exemplos, mas argumentar a informação que tiver.


CONCLUSÃO


O último parágrafo ou fechamento do texto. O lugar de uma solução para o problema apresentado na introdução. Como é o parágrafo para respostas, não pode haver perguntas. O questionamento poderá ser feito entre a introdução e o último parágrafo de desenvolvimento, na conclusão não. 
Também não é bom colocar citação, contudo, não é proibido. Há pessoas que conseguem muito bem pôr uma citação na conclusão, mas não é uma tarefa fácil e muitos não conseguem, por isso falo para evitar.